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16/07/2020 at 10:32 #1440

Ana Claudia Barreiros Pietsch CunhaParticipantAchei muito interessante sobre as tarjas, um duvida, na tarja escreve o que chamou mais atenção, por exemplo a pessoa fala sobre uma experiência em um parque, então escreve na tarja PARQUE, o que eu não entendi foi o que escrever na tarja.
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20/07/2020 at 09:23 #1476

Gabriel Ferreira OrtizParticipantOi, gente!
Este módulo nos introduziu a práticas metodológicas instrumentais para o nosso trabalho. Fazer o diagrama engrossa a seriedade e o compromisso dos componentes envolvidos nas atividades. A nós, que já vínhamos atuando basicamente com a coleta de entrevista e debate-papos, sermos melhor notificados sobre a condução da roda de histórias poderá nos levar à adoção de mais exercício que em muito ampliará as práticas de maneira mais objetiva e dirigida.
Como definem a comissão responsável pela construção do diagrama de sentido coletivo? Acreditam que se deveria restringir aos indivíduos que tomam a frente dos projetos, ou isto poderia envolver de cara o próprio público que se pretende atingir? E as rodas de histórias, como são propostas e como os convidados devem ser configurados? É um exercício mais orgânico (“junte as pessoas, e dali mesmo se constituirá uma narrativa coletiva homogênea”) ou mais direcionado?
Abraços!
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21/07/2020 at 18:12 #1515

Marcia TrezzaModeratorOi Ana Claudia,
Na linha do tempo coletiva, na tarja, escreve o acontecimento. No exemplo que você deu, escreve a experiência em uma palavra ou frase curta. Se o local é significativo na experiência, ele fará parte da frase. E também registra o ano do evento na tarjeta.
Se houver dúvida, vamos conversando.
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22/07/2020 at 15:20 #1516

Emília Maria de SáParticipantOlá, neste primeiro momento a criação do núcleo deverá tratar especificamente sobre a memória da instituição?
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22/07/2020 at 16:05 #1517

Marcia TrezzaModeratorOi, Gabriel!
A construção do diagrama é realizada pelas pessoas envolvidas com a criação do núcleo. Então, como você disse, poderá envolver o público que se quer atingir e não apenas as pessoas que estão a frente de projetos.
As perguntas do diagrama sendo respondidas por quem de alguma forma participará do núcleo, fortalecerá ainda mais o sentido de sua criação. O grupo que está realizando o curso, por conhecer a proposta, poderá mediar essa construção.
As atividades relativas às histórias de vida, que vocês já desenvolvem, poderão, inclusive, compor o diagrama.
Sobre a roda de histórias, ela tem um direcionamento, pois se constitui em uma metodologia com os objetivos que vocês viram no módulo. E, a construção é coletiva, mas as narrativas serão diversas.
Se acharem viável, ela poderá ser realizada inicialmente com as pessoas mais diretamente envolvidas nos projetos, possibilitando vivenciarem o processo. Com outros grupos, a sugestão é que tanto a roda de histórias como as demais ações de registro das memórias, sejam integradas ao diagrama: por quê e para quê fazer e com quem.
Espero que tenha respondido, Gabriel. Mas, qualquer dúvida, estamos por aqui.
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23/07/2020 at 01:13 #1521

Juliana Rego RipoliParticipantNossa finalizando o segundo módulo agora e a cabeça com mil idéias a partir destes exemplos e informações, já quero fazer isso na Pinacoteca Fórum das Artes. Gratidão a todos os envolvidos neste curso lindo.
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23/07/2020 at 02:20 #1522

Marcia TrezzaModeratorOlá, Emília!
Desde esse primeiro momento, a proposta de criação do núcleo pode tratar da memória da instituição e além dela.
Com a construção do diagrama de sentido, é possível vocês conectarem o alcance do núcleo com os propósitos do trabalho que já realizam, como ao responder: Que memória queremos registrar?
Outras questões, vamos conversando.
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23/07/2020 at 20:17 #1524

Miriam Della Posta de AzevedoParticipantOlá a todos!
Tenho uma dúvida sobre a construção da linha do tempo coletiva: ela deve ser construída entre os participantes de casa equipe, entre nós que estamos fazendo o curso, ou ela é uma ferramenta a ser utilizada quando estivermos colocando em prática nosso núcleo com a comunidade que escolhemos?
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24/07/2020 at 10:32 #1527

Mauro Celso BarbosaParticipantMuito bacana o diagrama, ele nos norteia nas muitas ideias que vão surgindo.
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08/08/2020 at 15:13 #1670

Marcia TrezzaModeratorOlá, Miriam!
A linha do tempo coletiva é construída pelo grupo que irá contar a sua história. Então, se vocês quiserem, ela poderá ser realizada por uma equipe que irá contar a sua história na organização, ou a história da organização poderá ser contada de forma coletiva, por suas equipes. Sempre, como viram, com os três eixos: eu; nós (grupo ou equipe ou organização); todo (sociedade).
E, como você disse, é uma metodologia que poderá ser aplicada quando estiverem colocando em prática as ações do núcleo. Com as propostas do diagrama de sentido da memória, vocês poderão convidar pessoas da comunidade para construir a linha do tempo coletiva e a partir dos marcos eleitos, escolherem quem serão os entrevistados.
Se ainda ficaram dúvidas, vamos conversando.
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27/08/2020 at 09:15 #2154

Janielly Souza dos SantosParticipantAs metodologias discutidas nos ajudam como agir diante da proposta a ser realizando, ampliando nosso universo de conhecimento até então.
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24/11/2020 at 16:46 #2431

VILMA CRISTINA SOUTELO ASSUNCAO NOSEDAParticipanta “diagramação dos sentidos” é um excelente ferramenta para alinharmos as expectativas e visualizar o potencial, só deixo a questão se não seria tb interessante ter um espaço para a memória que não queremos lembrar – os esquecimentos. Trabalhando com a comunidade a Memória da violência, dos moradores que ocuparam as casa da Vila Da DAE – sem que esses trabalhassem na DAE, são memórias que a comunidade não deseja narrar… mas que necessitam de alguma maneira serem debatidas, questionadas , pois são fatos que são narrados nas entrelinhas da memória e que no caso dos moradores ” invasores” estes tb pertencem a comunidade hoje, com umconjunto de narrativas sobre o território.
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24/11/2020 at 17:15 #2432

VILMA CRISTINA SOUTELO ASSUNCAO NOSEDAParticipantA minha pergunta é em tempos de pandemia .. a realização dos encontros com a comunidade muito provavelmente ocorrerá de maneira on line , como poderia se adaptar essa ferramenta para o on line … Estou aqui a pensar se vcs tiverem algumas sugestões/ideias me ajudaria muito. Muito oBrigada.
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17/02/2021 at 12:02 #2440

Claudio Mendes OliveiraParticipantola a todos , super interesante este jogo de tarjas, da vontade de praticar com mil ideias. a historia da rua, do bairro , de grupos… neste diagrama dos sentidos pude observar melhor os objetivos que as vezes podemos nos perder diante a possibilidades divesras.
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11/05/2021 at 16:25 #3297

Jucele Ferreira Carvalho da SilvaParticipantMuito interessante o diagrama. Aprendendo e já surgindo ideias bacanas para usar na prática .
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18/05/2021 at 19:01 #3335

Joscemir MorescoParticipantMuito interessante a Roda de histórias. Um momento de inteira igualdade e momento para apreciar histórias cheias de conhecimento, riquezas, sentimentos e emoções. São possibilidades de conhecer as muitas facetas do real e da vida cotidiana.
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23/05/2021 at 21:17 #3347

José Euclides Avila de AlencarParticipantBoa noite !
É interessante sabermos que a Tecnologia Social è uma das ferramentas fundamental que ira nos ajudar na construção dos registros e compartilhamento das Historias de vida das pessoas no cotidiano do dia a dia.
Euclides Avila.
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02/07/2021 at 19:21 #3445

Florence Belladonna TravestiParticipantGosto de pensar o quão a organização dos momentos de fala são importantes para que cada pessoa sinta-se à vontade para abordar determinada memória e construir sua narrativa. Isso me faz pensar numa construção narrativa que parte, também, de um todo de cuidado e afeto.
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21/07/2021 at 15:57 #3475

DEYNA FERREIRA DA SILVA MORARAParticipant<p style=”text-align: left;”>Muito importante a roda de histórias. Emocionante ouvir as histórias e relatos das pessoas que compõem o grupo. Foi um momento único e prazeroso.</p>
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23/08/2021 at 10:57 #3514

Lívia AzziParticipantOlá a todos! Eu já conhecia a importância das Tecnologias Sociais, contudo essa pegada do Museu da Pessoa – em voltar tais tecnologias para sistematização e práticas do museu enquanto uma categoria da memória para criar e compartilhar histórias de vida – foi uma novidade interessante para o meu aprendizado. Abraços!
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06/10/2021 at 16:29 #3531

Julio Cezar ChavesParticipantConseguimos elaborar o Diagrama de Sentido coletivamente, todavia, não foi um exercício muito fácil. Continuaremos aprimorando o Diagrama ao longo da nossa formação.
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06/10/2021 at 21:08 #3533

Eloísa SabóiaParticipantMuito legal ter acesso a essas técnicas e dinâmicas, que certamente nos ajudarão na aplicação desta metodologia de trabalho.Penso que o Diagrama de Sentido deveria ser preenchido por todos que farão parte do Núcleo, creio que teremos de refazê-lo, a medida que outros colegas venham a compor o Núcleo.
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27/01/2022 at 13:21 #3811

WÉLIDA BENITA ARAÚJOParticipantConhecia um pouco sobre o uso de tecnologias sociais e achei estas propostas muito interessantes e que me fez fervilhar de ideias e adaptações. Tentei fazer o diagrama de sentidos (claro que sozinha e pensando sobre) e de fato não é tão simples como parece. Muitas possibilidades de aprendizagem e de processos.
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08/02/2022 at 17:32 #3816

Samuel Saurino CondéParticipantEntender as tecnologias sociais e como podemos trabalhar com elas nos parâmetros do museu da Pessoa é muito importante para compreendermos e sermos capazes de também produzir tecnologias sociais…
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09/05/2022 at 23:10 #3825

Raimundo NetoParticipantcomeçando mais uma unidade, fiquei feliz em concluir a anterior, eu acredito que espaços construídos pelas pessoas e para e com elas, são bem mais valorizados, pois o sujeito é parte do processo de construção das memorias e dos suportes de memorias. estou aprendendo muito.
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25/07/2022 at 18:33 #3861

Tiago de OliveiraParticipantÉ importante criar sentido para que haja engajamento dos participantes na atividade. As tarjetas e a linha do tempo coletiva ajudarão a nortear a produção, a organização e a socialização do material final.
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03/10/2022 at 17:07 #4071

Casa de minha avóParticipantGostei da ideia das tarjas, mas os exercício depois ( NÓS, TODOS, EU) deveria evitar temas políticos esquerda ou direita.
Grande abraço
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27/10/2022 at 20:12 #4379

Ludmila de MouraParticipantOlá: já conhecia algumas destas técnicas/instrumentos para construir histórias, mas com uso psicoterapêutico.
Muito interessante o uso enquanto TSM.
Quanto ao diagrama de sentido, estaremos construindo, como coletivo, pois ainda teremos que alinhar nossas expectativas, pois o núcleo iniciou há 2 semanas apenas.
Gostando muito deste curso.
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10/11/2022 at 15:45 #4426

Leandro Chiaretto BrambillaParticipantOlá, pessoal!
Tudo bem?O módulo foi extremamente interessante. Adoro contar e ouvir histórias. Estou entusiasmado para participar de uma roda de história.
A roda de história fez-me lembrar das Tertúlias Dialógicas, teoria que tive contato durante a faculdade.
Deixarei um link para quem se interessar sobre as Tertúlias Dialógicas:
https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EPIPSE/modulos_included/modulo_7_-_tertulias_dialogicas.pdfAbraços, Leandro!
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28/05/2023 at 09:10 #4774

Manoela dos Anjos Afonso RodriguesParticipantBom dia, módulo 2 concluído. As ferramentas apresentadas são muito úteis para refinarmos a proposta inicial do Núcleo do Museu da Pessoa no âmbito do NuPAA (com o diagrama do sentido) e, depois, para darmos andamento à sua implementação (linha do tempo coletiva e roda de histórias). Estamos lapidando a proposta inicial a partir do conteúdo apresentado no módulo.
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11/06/2023 at 11:15 #4778

Fram RochaParticipantDemorei para entender a linha do tempo.
Amei a Roda de História.
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03/10/2023 at 22:16 #4935

Walmir HalembeckParticipant<span style=”font-family: Montserrat; font-weight: 600;”>Tecnologia Social da Memória: concorre para um salto de qualidade, passando de amador para uma abordagem mais técnica e elaborada. Passei parte da infância e adolescência ouvido “causos” e contos populares na roça, sem me da conta da grandeza destas narrativas.</span>
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03/10/2023 at 22:47 #4936

Walmir HalembeckParticipantUma manifestação profundamente humana: trocar “memórias”…o uso da linguagem e o desenvolvimento da comunicação na transição do hominídeo para a condição plenamente humana. Ou seja, o diálogo, o ato de contar história nos transforma e humaniza, saímos do estado de natureza para o mundo da cultura.
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